"E sei que passei todas as vidas, antes desta, procurando você. Não alguém como você, mas você, porque a sua alma e a minha têm de estar sempre juntas."
"Não te quero de volta, sabe? Só que é muito estranho. Essa sua falta de compaixão. Esse seu tanto faz. É incrível essa sua capacidade de não estar nem aí pra nada. A gente já foi alguma coisa. Tudo bem, a gente pode não ter sido um desses casais das telas de cinema. Mas a gente se amou. Porque eu te amei. Foi um amor comum e fadado ao fim. E, demorou, mas aceitei o término. Porque é pra frente que se anda. Mas olha só pra gente agora. Em que nos tornamos? Estranhos? Meros desconhecidos? Você não se da o trabalho de me dizer um simples “oi”, se quer um “como você está?”. E isso machuca, sabe? Essa sua indiferença me dilacera. Porque tudo isso me faz questionar suas palavras de outrora. Aquelas que encheram os meus olhos, ouvidos e as artérias que estão ligadas ao coração. Só tenta entender. Se sentir especial pra alguém, às vezes é bom. Saber que alguém se preocupa com a gente é melhor ainda. Porque o alguém dos meus textos continua sendo você."
"Mulher mesmo brava, é linda. Mesmo alegre, chora. Mesmo tímida, comemora. Mesmo apaixonada, ignora. Mesmo triste, sorri. Sei lá, mulher é foda demais viu."